marcio tristão / blog
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A Globo.com é o portal que mais cresceu no ano de 2008. Agrega o conteúdo da TV Globo, GloboSat, Sistema Globo de Rádio, Editora Globo e Jornal O Globo e reúne centenas de sites próprios, muita informação, serviços e diversão para todos os tipos de público.
E para continuar crescendo, cada vez mais, a Globo.com está selecionando Arquitetos da Informação para contratação imediata.
Na Globo.com o AI responde pela estrutura, semântica, relacionamento e fluxo de informações dos produto nos vários dispositivos nos quais estará presente.
Além disso, responde a como a informação, o contexto e os ambientes se conectam e fazem sentido para o usuário dentro da experiência e objetivos de negócio que se deseja oferecer. E para completar é fundamental somar a isso uma capacidade criativa na identificação de formas de acesso e formatação de dados necessários.
Se vc ficou interessado mande um e-mail para: mtristao at corp ponto globo ponto com
The Media Business: New Approaches
Debate entre Ken Auletta (The New Yorker), Joel Hyatt (Current TV) e Evan Williams (Twitter, Inc.)
Free + Database = Freebase
Estou cada vez mais entusiasmado com as coisas que estão surgindo. O Freebase, um misto de ferramenta de busca com wikipedia mostra o quando ainda podemos evoluir em termos de semântica e colaboração. O vídeo deixa tudo mais claro.
Freebase Parallax: A new way to browse and explore data from David Huynh on Vimeo.
Agora só para dar uma apimentada no post: quanto mais e melhores ferramentas desse tipo surgem, mais certeza eu tenho de que profissionais de UX são fundamentais para o sucesso dessas empreitadas
UX Week: saldão
Estou em terra papagalis desde domingo. Na bagagem uma ótima impressão do evento que superou as expectativas, gerando um saldo muito possitivo. A organização do evento montou uma agenda que trouxe uma visão ampla do que está acontecendo no mundo da “Experiência”. Indo muito além de sites!
As palestras e workshops foram de alto nível, sobre temas bastante variados e com abordagens focadas no futuro. Ou seja: não estavam presos a qualquer tipo de processo ou limitação atual. Foram apresentados conceitos aplicáveis hoje em diversas plataformas e alguns casos práticos ilustrativos.
Além disso, não posso deixar de registrar neste saldão a fantástica experiência de ter visitado o Exploratorium. Recomendo a visita a todos que tiverem a oportunidade de passar por perto.
Muito mais do que imersão, experimentação
Hoje, depois do almoço, fomos a um lugar fantástico: Exploratorium, um espaço dedicado a arte, ciência e percepção humana. As duas palestras da tarde aconteceram por lá. Porém, o lugar ganhou disparado. Nada poderia ser melhor para um congresso de UX do que a idéia de levar as pessoas para este grande parque onde todas as grandes teorias da física e da matemática se materializam e podem ser usadas por crianças e adultos (fotos em breve).
UX Week: Enter. connect. create. (dia 2)
O segundo dia da UX Week começou com a palestra do CEO da Zipcar, Scott Griffith. Segundo ele as pesoas procuram o serviço para se senti livre. Por isso, é fundamental uma experiência simples, honesta, conveniente (todos os meios, web, cel, off line), smart (economica e com 1 único preço) e, claro, com outras pessoas…
Griffith disse também que educar os usuários é parte do desafio e que um caminho interessante para se conseguir isso passa pela criação de poucas e simples regras básicas para o funcionamento do produto com foco no que se quer entregar como percepção. Além diso, ele lembra que do lado da empresa deve ser promovida sempre a participação dos executivos e stakeholders e a integração entre os times de UX e TI…
E para entender os usuários (melhor chamar de pessoas, como recomendou Norman), pesquisar, ouvir e observa-las são grandes ferramentas.
Algmas palestra na sequência foram interessantes para pegar algumas referências. Mas o destaque ficou, com TV With an API! Current at the collision of TV and the Internet, com Rod Naber e Dan Levine. Para eles o sucesso da iniciativa vem do:
- Foco nos vídeos produzidos pelos usuários
- recompensa pela participação
- rigor no aceite do material (50% é rejeitado)
- 30% da tv é criação dos telespectadores
Para eles o Current é uma plataforma e filtro de participação na TV, onde é exibido o melhor. Dessa maneira, segundo eles, todos se sentem incluídos. Outro ponto muito importante colocado por eles é relativo ao cenário futuro de apresentação/consumo de notícias pelos jovens adultos. É possível destacar algumas observações:
- Não é só sobre vídeos
- Pagina inicial com as notícias sociais (indicadas)
- Algorítimos estarão participação mais forte na edição
- Ofereça muitos e fáceis caminhos para participar
- As interações acontecem em qualquer dispositivo
- Aproveite o que as pessoas já estão fazendo
Como não poderia deixar de ser Rod Naber e Dan Levine recomendaram a distribuição em comunidades e trabalhar em conjunto com a TV entregando os melhores conteúdos. E para esses laços ficarem mais estreitos é necessário trabalhar no desenvolvimento de abordagens interativas na TV; pensar em como o flash pode funcionar na TV; criar formatos e soluções flexíveis; colocar dados da web em tempo real no ar e prepara as primeiras provas de conceito.
Pausa para o Almoço onde provei a famosa carne de Kobe, por US$ 12,00.
Com todos de barriga cheia começou o workshop Live, vast and Deep: Web-native information Visialization, com Tom Carden e Michael Migurski. Bem mais conceitual do que o do dia anterior deixou alguns pontos interessantes (infelizmente no Brasil não temos tantos dados disponíveis na web quanto aqui nos EUA).
- observe todo os dados disponível
- selecione os mais úteis/relevantes
- é necesário cruzar os dados corretos para apresentar algo de valor
Com os dados disponíveis e os objetivos definidos eles recomendam o fluxo:
EXPLORE - BUILD - REFINE
Segundo eles, e eu concordo, normalmente focamos muito na etapa BUILD. Sendo que as outras duas são tão ou mais importantes.
Anotei várias referência.
Fechamos o dia de trabalho com uma ótima apresentação da www.milkshakemedia.com sobre community framework. Um trabalho bem consistente onde, mais uma vez, o olhar 360 graus apareceu com grande relevância.
E para relaxar fomos visitar o escritório da Adaptive Path, onde eles ofereceram um animado happy hour. Incrível clima familiar entre os funcionários.
UX Week: treinando a visão 360 graus (dia 1)
Defidamente credenciado comecei o primeiro dia com um bom e informal bate papo com o Mr. Norman que, como toda pessoa com conhecimento superior a média dos mortais, é muito simples. E claro é de pessoas como ele que se espera ouvir: “vamos chamar os usuários de pessoas, não de usuários. Projetamos para pessoas” (justiça seja feita o Julio Preuss também falou isso há algum tempo). Além dessa lição que é quase um puxão de orelha, Mr. Norman pregou também a análise mais global dos problemas para se chegar as melhores soluções.
Na sequência caimos em um tema mais mundano: times de UX, com Leah Buley, da Adaptive Path. Novamente foi mencionada a necessidade de ter uma visão geral do processo. Dessa vez, com o foco nos requerimentos do negócio e dos clientes. Também foi destacada a importância de criar um ambiente no qual o time se sinta mergulhado e responsável pelo que está projetando.
Depois de uma pequena pausa para um café voltamos a labuta com Jensen Harris, da Microsoft. Seu tema: o word. Harris fez um belo histórico do produto mostrando como o aumento do número de funcionalidade chegou a causar problemas de “UX” para o produto. E chegou a vez de falar do processo: Research, design tenets, prototypes, evaluation e Interaction. Para Harris, é fundamental conhecer as frustrações e dificuldades dos usuários, quais os comandos ou funções mais usadas, a sequencia de uso e como são acessados. Os protótipos devem explorar facetas bem diferentes e, o que na minha opinião é o erro mais comum: saber ler estes dados de forma a retirar deles o melhor para o projeto é fundamental.
Almoço, que ninguém é de ferro, e Workshop: Good Design faster, com Brandon Schauer e Leah Buley. Todos os exercícios foram baseados em sketch boards e no como eles podem ajudar a entender, melhorar, encontrar falhas, apresentar o conceito, o problema e as soluções para um problema com uma visão de 360 graus (novamente). Confeço que já tinha uma quedinha pelos sketch boards mas agora tenho certeza que eles são parte muito útil do negócio e para os grupos multidisciplinares. O entendimento de tudo fica incrivelmente mais fácil e rápido.

E para fechar o dia tivemos também uma apresentação do grupo neo-futuristas (http://www.neofuturists.org/). Por hoje é só. Amanhã tem mais !
UX Week, ai vou eu!
Hoje parto para São Francisco onde acontece o evento UX Week, organizado pela Adaptive Path. A palestra de abertura será do Don Norman, autor de vários livros e em especial dos clássicos “The Design of Everyday Things” e “The Design of Future Things”. Além dele, outros vários nomes e empresas estarão no evento.
Espero conseguir mostrar aqui no blog um bom resumo do que acontecerá por lá. O twitter será um bom canal para os comentários mais rápidos.
Estante Virtual
Ontem, ganhei um marcador de livro daqueles tradicionais que normalmente são postos automaticamente nas sacolas plásticas das grandes livrarias quando a gente compra qualquer coisa. Pois bem, este marcador não veio junto com um livro, muito menos com um CD ou DVD. Ele veio junto com uma URL: www.estantevirtual.com.br , que dá acesso a 700 sebos e mais de 14 milhões títulos, muitos deles raros! É isso mesmo, aqueles sebos empoeirados, do centro da cidade, estão disponíveis todos eu um só lugar. Além disso, qualquer um poderá disponibilizar seus livros.
