A Globo.com é o portal que mais cresceu no ano de 2008. Agrega o conteúdo da TV Globo, GloboSat, Sistema Globo de Rádio, Editora Globo e Jornal O Globo e reúne centenas de sites próprios, muita informação, serviços e diversão para todos os tipos de público.
E para continuar crescendo, cada vez mais, a Globo.com está selecionando Arquitetos da Informação para contratação imediata.
Na Globo.com o AI responde pela estrutura, semântica, relacionamento e fluxo de informações dos produto nos vários dispositivos nos quais estará presente.
Além disso, responde a como a informação, o contexto e os ambientes se conectam e fazem sentido para o usuário dentro da experiência e objetivos de negócio que se deseja oferecer. E para completar é fundamental somar a isso uma capacidade criativa na identificação de formas de acesso e formatação de dados necessários.
Se vc ficou interessado mande um e-mail para: mtristao at corp ponto globo ponto com
O “feeling“, a percepção, a experiência, a ousadia, a coragem sempre terão espaço no processo criativo/inovador. Sem isso seria praticamente impossível quebrar grandes barreiras, fazer apostas, mudar o mundo.
Porém, cada vez mais, temos que ser científicos nas tomadas de decisão. Ou melhor: diminuir os riscos ao máximo. Dessa forma, os números são grandes aliados. Mas os numeros - acreditem - também podem nos enganar, iludir, dar uma falsa certeza. Por isso, recomendo a leitura do e-book Web analytics: uma visão brasileira, organizado por Ruy Carneiro.
Estou cada vez mais entusiasmado com as coisas que estão surgindo. O Freebase, um misto de ferramenta de busca com wikipedia mostra o quando ainda podemos evoluir em termos de semântica e colaboração. O vídeo deixa tudo mais claro.
Agora só para dar uma apimentada no post: quanto mais e melhores ferramentas desse tipo surgem, mais certeza eu tenho de que profissionais de UX são fundamentais para o sucesso dessas empreitadas
Estou em terra papagalis desde domingo. Na bagagem uma ótima impressão do evento que superou as expectativas, gerando um saldo muito possitivo. A organização do evento montou uma agenda que trouxe uma visão ampla do que está acontecendo no mundo da “Experiência”. Indo muito além de sites!
As palestras e workshops foram de alto nível, sobre temas bastante variados e com abordagens focadas no futuro. Ou seja: não estavam presos a qualquer tipo de processo ou limitação atual. Foram apresentados conceitos aplicáveis hoje em diversas plataformas e alguns casos práticos ilustrativos.
Além disso, não posso deixar de registrar neste saldão a fantástica experiência de ter visitado o Exploratorium. Recomendo a visita a todos que tiverem a oportunidade de passar por perto.
Hoje, depois do almoço, fomos a um lugar fantástico: Exploratorium, um espaço dedicado a arte, ciência e percepção humana. As duas palestras da tarde aconteceram por lá. Porém, o lugar ganhou disparado. Nada poderia ser melhor para um congresso de UX do que a idéia de levar as pessoas para este grande parque onde todas as grandes teorias da física e da matemática se materializam e podem ser usadas por crianças e adultos (fotos em breve).
O segundo dia da UX Week começou com a palestra do CEO da Zipcar, Scott Griffith. Segundo ele as pesoas procuram o serviço para se senti livre. Por isso, é fundamental uma experiência simples, honesta, conveniente (todos os meios, web, cel, off line), smart (economica e com 1 único preço) e, claro, com outras pessoas…
Griffith disse também que educar os usuários é parte do desafio e que um caminho interessante para se conseguir isso passa pela criação de poucas e simples regras básicas para o funcionamento do produto com foco no que se quer entregar como percepção. Além diso, ele lembra que do lado da empresa deve ser promovida sempre a participação dos executivos e stakeholders e a integração entre os times de UX e TI…
E para entender os usuários (melhor chamar de pessoas, como recomendou Norman), pesquisar, ouvir e observa-las são grandes ferramentas.
Algmas palestra na sequência foram interessantes para pegar algumas referências. Mas o destaque ficou, com TV With an API! Current at the collision of TV and the Internet, com Rod Naber e Dan Levine. Para eles o sucesso da iniciativa vem do:
- Foco nos vídeos produzidos pelos usuários
- recompensa pela participação
- rigor no aceite do material (50% é rejeitado)
- 30% da tv é criação dos telespectadores
Para eles o Current é uma plataforma e filtro de participação na TV, onde é exibido o melhor. Dessa maneira, segundo eles, todos se sentem incluídos. Outro ponto muito importante colocado por eles é relativo ao cenário futuro de apresentação/consumo de notícias pelos jovens adultos. É possível destacar algumas observações:
- Não é só sobre vídeos
- Pagina inicial com as notícias sociais (indicadas)
- Algorítimos estarão participação mais forte na edição
- Ofereça muitos e fáceis caminhos para participar
- As interações acontecem em qualquer dispositivo
- Aproveite o que as pessoas já estão fazendo
Como não poderia deixar de ser Rod Naber e Dan Levine recomendaram a distribuição em comunidades e trabalhar em conjunto com a TV entregando os melhores conteúdos. E para esses laços ficarem mais estreitos é necessário trabalhar no desenvolvimento de abordagens interativas na TV; pensar em como o flash pode funcionar na TV; criar formatos e soluções flexíveis; colocar dados da web em tempo real no ar e prepara as primeiras provas de conceito.
Pausa para o Almoço onde provei a famosa carne de Kobe, por US$ 12,00.
Com todos de barriga cheia começou o workshop Live, vast and Deep: Web-native information Visialization, com Tom Carden e Michael Migurski. Bem mais conceitual do que o do dia anterior deixou alguns pontos interessantes (infelizmente no Brasil não temos tantos dados disponíveis na web quanto aqui nos EUA).
- observe todo os dados disponível
- selecione os mais úteis/relevantes
- é necesário cruzar os dados corretos para apresentar algo de valor
Com os dados disponíveis e os objetivos definidos eles recomendam o fluxo:
EXPLORE - BUILD - REFINE
Segundo eles, e eu concordo, normalmente focamos muito na etapa BUILD. Sendo que as outras duas são tão ou mais importantes.
Anotei várias referência.
Fechamos o dia de trabalho com uma ótima apresentação da www.milkshakemedia.com sobre community framework. Um trabalho bem consistente onde, mais uma vez, o olhar 360 graus apareceu com grande relevância.
E para relaxar fomos visitar o escritório da Adaptive Path, onde eles ofereceram um animado happy hour. Incrível clima familiar entre os funcionários.