marcio tristão / blog
Dell confirma planos sobre o smartphone
Sem muito alarde a Dell ingressou no setor de smartphones com o Mini3 no fim do ano passado. O aparelho chegou ao mercado junto com o anúncio de parceria com duas operadoras de telefonia móvel: Claro (42 milhões de usuários no Brasil) e China Mobile, a maior empresa de telecomunicações do mundo, com mais de 500 milhões de clientes e foi desenvolvido com a plataforma Android para oferecer performance, flexibilidade e opções de customização tanto para usuários como operadoras.
Na minha opinião isso evidencia que a empresa está apostando no volume para garantir sua fatia desse mercado. Já Ron Garriques, Presidente do Grupo de Consumidor Final da Dell diz que a entrada da Dell é “uma extensão natural da evolução dos nossos produtos para o consumidor final” e complementa explicando: “Nós estamos desenvolvendo produtos menores e mais inteligentes que permitem ao usuário levar a sua experiência com a Internet para fora de casa e fazer suas atividades quando e onde quiser”.
O anúncio e o hotsite do mini3 realmente focam na “experiência” que, históricamente, não é o foco da Dell. Então, pergunto: estaria a empresa de Michael Dell disposta a comprar briga tanto no altamente subjetivo terreno da experiência com empresas como Apple, como um elegado histórico no campo da experiência de uso e a própria Microsoft, sua importante parceira? Quem sabe? Esperamos que o Mini3 tenha o mesmo sucesso dos netbooks que, rapidamente, deram a Dell a liderança em vendas do segmento na rede de varejo chinesa.
Perdido? Nunca mais!
Cada dia que passa fica mais difícil se perder. Além do já clássico Google Maps (web e celular), meu amigo, Bruno Perrone, me apresentou a uma novidade pra lá de interessante: um sistema que promete reconhecer a forma de monumentos e prédios e, com base nisso, devolve para o celular (que as capturou) informações sobre as obras.

